Seis em cada dez mulheres se definem como jogadoras "casuais", preferindo ir ao cinema ou sair com amigos do que jogar (Foto: Divulgação)

A Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em parceria com o instituto de pesquisa Brand New Research e com a produtora de jogos Sioux Interactive, divulgou nesta quarta-feira, 5, a mais nova edição do seu tradicional estudo sobre o público gamer no Brasil.

O novo levantamento mostra que as mulheres continuam sendo maioria: 53,6% dos jogadores do país são do sexo feminino. No ano passado, o mesmo estudo calculou que 52,6% do público gamer era constituído por mulheres. Ou seja, o interesse delas por games continua crescendo.

A maioria dessas mulheres, porém, não podem ser consideradas gamers "hardcore". Seis em cada dez mulheres se definem como jogadoras "casuais", preferindo ir ao cinema ou sair com amigos do que jogar. Mais da metade delas (53,3%) também prefere games para celular do que os de consoles ou PC.

Essa preferência se extende para todos os brasileiros, independentemente do sexo, segundo a pesquisa. Dispositivos móveis, como smartphones e tablets, são as plataformas preferidas de 37,6% dos entrevistados. Em segundo lugar aparecem os consoles, com 28,8% da preferência, seguidos pelos PCs, citados por 26,4%.

O levantamento mostra também qual é o console mais usado no Brasil. Citado por 44,2% dos entrevistados, o líder é o Xbox 360, máquina da Microsoft lançada em 2005. Em segundo lugar está o PlayStation 3, com a preferência de 29,2% dos gamers, seguido pelo PlayStation 2 (26,5%).

Os três consoles foram lançados há mais de uma década, o que sugere como o mercado brasileiro continua atrasado em relação às inovações da indústria. O Xbox 360, por exemplo, já foi sucedido pelo Xbox One, enquanto o PlayStation, da Sony, já está em sua quarta geração.

A pesquisa foi realizada entre os dias 1 e 16 de fevereiro, com 2.947 pessoas espalhadas pelos 26 estados brasileiros, além do Distrito Federal.

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