colunista

Wellington Lázaro

É professor universitário, contador, empresário e assessor técnico na Prefeitura de Mata de São João. Escreve às quintas.

Quantas vezes você ouvi essa expressão: “Ah! Não quero nem saber, vai ter que dar certo!” aposto que muitas! Em quase todos os sentidos da vida esperamos que tudo dê certo, não é verdade? Claro que sim! Afinal, somos brasileiros! Mas, existe uma diferença entre terminar tudo certo e terminar como eu acho que seja o certo. É disso que vamos tratar agora no mundo da gestão.

Pra começar, precisamos discernir pontos cruciais: 1 - O que é o certo? 2 - Certo pra quem? 3 - O que é certo pra mim e não é certo para o outro, é certo? Vamos lá!

 Certo, na língua portuguesa, é um adjetivo que considera aquilo que é verdadeiro, que não é passível de dúvida e que não está relacionado com erros. Porém, o que é "certo" para um pode ser considerado "errado" para outro. Como resolver esse dilema? Todo gestor a todo o momento é testado e tentado a tomar decisões que afetarão a vida de seus colaboradores e do meio onde estão inseridas.

Parece fácil né? Mas as decisões devem ser tomadas em cima de fatos e de conhecimento, não de achismos. “Ter o poder da decisão nas mãos é o que a maioria quer, ou melhor, pensa querer. Se você também quer esse tipo de poder, sugiro que se prepare para trabalhar muito, dormir pouco, pular refeições, estar ausente em momentos importantes da família e viver cercado de “gadgets” (equipamento que tem um propósito útil; celulares, smartphones, leitores de MP3, entre outros) 24h por dia. Sim, há centenas de pessoas cobiçando sentar-se na sua cadeira, só que, desavisadas, não sabem que a cada tomada de decisão ela se torna o lugar mais solitário do mundo.”.

A solidão da decisão é real! Se errar você é um nada. Mas alguém precisa tomar uma decisão. E, quanto mais complexa for, menos gente você encontra para compartilhar. Assim, a maior parte das pessoas foge de assumir essa responsabilidade e prefere ficar no “Oba, oba do concordo aqui e discordo ali”, mesmo sabendo que muitas vezes, certas decisões devem levar em conta a coerência e não apenas a vontade popular.

Outro fator considerado na decisão se refere ao período de afetação de determinada decisão. Ou seja, se x ou y decisão for tomada, qual será o impacto a curto e longo prazo? Não dá pra pensar: “Ah, sei que no futuro será melhor, mas agora irá gerar transtorno por isso não vou tomar essa decisão”. Um bom gestor não pode pensar dessa forma! Precisa pensar além! Ainda que em curto prazo ele seja o vilão da história, mas no futuro, apesar dos arranhões sofridos, olhe pra trás e durma de consciência tranquila! Pense Nisso!

LEMBRE: Se puder e quiser, colabore! Opine o que achou deste artigo! Aproveite e sugira um tema! 

Comentários

AVISO - Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie através do nosso whatsapp 71 99663.6360 ou do email [email protected] Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal. TERMOS DE USO

mais notícias » Leia também

Publicidade