colunista

Joel Feldman

É empresário, secretário de Planejamento, Meio Ambiente e Trabalho e presidente da Associação Baiana de Supermercados. Escreve às segundas.

As crises são momentos que trazem medo por causa das incertezas, mas ao mesmo tempo, trazem oportunidades, porque nos tiram da zona de conforto. O conforto mata.

O país vive uma grande crise a um tempo maior do que os mais pessimistas pudessem imaginar. Crise política, crise institucional, crise econômica, são tantas que já nem sabemos qual nos afeta mais, embora parecem todas tão intrinsecamente ligadas que quase não se consegue distinguir.

Apesar de um cenário tão calamitoso, observamos empresas que tem conseguido superar as dificuldades e crescer.

Neste ano, que a inflação começa a se encaixar nas metas estabelecidas, que as taxas de juros começam a cair, parecendo a saída do fundo do poço e o início de uma retomada econômica, ainda assim quando se conversa com os empresários, alguns mantém o mau humor, não sabendo que estão, com essa atitude, atrasando o processo de melhora, simplesmente porque a economia é movida por expectativas e quanto mais gente acreditar e investir, mais rápido a crise econômica vai embora.

A economia é movida por ciclos. Assim como lentamente se instala uma gripe em um organismo e só se percebe quando os efeitos como tosse e espirros começam a incomodar, também na economia tendemos a enxergar os efeitos quando já estão evidentes, mas os sinais, se bem observados, já estão ali a algum tempo. Ainda não podemos dizer que a crise acabou, mas os sinais já começam a nos indicar mudanças logo a frente.

O ciclo já mudou e não podemos desperdiçar as novas oportunidades que virão quando a população voltar de vez ao consumo.

Levante a cabeça e olhe além do horizonte, lá as boas vendas esperam por você.

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