colunista

Wellington Lázaro

É professor universitário, contador, empresário e assessor técnico na Prefeitura de Mata de São João. Escreve às quintas.

Dessa vez vamos falar sobre PROBLEMAS! Peraí: aposto que respirou fundo e pensou: Já basta os meus problemas, ainda quer falar de outros?

Calma! Não quero falar de um problema apenas. Vamos à essência da palavra! O termo “problema” por si só já traz consigo um problema! Essa palavra é tão forte que funciona como um poder de imobilizar as pessoas. Inclusive, muitos nem gostam de falar essa palavra tão temida, pois já acreditam que ela traga ou atraia coisas ruins.

Muitos já usam sinônimos para não precisar falar a tal palavra tão temida: “PROBLEMA”. Utilizam jargões: “Obstáculo” ou “dificuldade”. Acreditam que obstáculos podem ser vencidos, mas problemas não!

Sugiro darmos a consideração certa a essa palavra. Problema demanda sim atenção especial de todos! Do gestor ao subordinado, ou seja, de toda equipe! Deve ser tratado como uma oportunidade para novas experiências. Por isso, as empresas precisam mais do que nunca de profissionais e gestores com esse perfil: Puxar para si o abacaxi, resolvê-lo e conseguinte respirar satisfeito não só pelo resultado, mas pela nova experiência vivida! Exatamente o oposto de pisar no freio, adotando atitudes conservadoras. Cabe ao gestor, de preferência em conjunto com a sua equipe, buscar alternativas para suprir a carência de ferramentas, ações e inclusive de pessoas solucionadoras de problemas, de modo a não paralisar a evolução da empresa.

Problema que não é resolvido vira um verdadeiro efeito “Redbull”: Dá asas! No caso específico aqui a novos probleminhas (obstáculos, barreiras, dificuldades, entre outros, com queira chamar) e forma um exército de mini-problemas, com qualificações criativas e amenas, prontos para absorver a eficácia e o tempo útil de trabalho da equipe.

Aí não adianta escondê-los embaixo do tapete ou no meio da papelada do escritório. Para cortar esse círculo vicioso, é hora de correr atrás de ações e pessoas criativas, seguras e que conheçam bem o trabalho a ponto de não terem medo de encarar os desafios do dia a dia. No momento em que o esforço para mascarar essa temida palavra é direcionado para achar soluções, todos ganham. E isso aumenta as chances de acertos.

Nesse sentido, você é essa pessoa? Acha que os seus colegas irão te procurar para soluções ou ajuda compartilhada? Ou você é aquele que em vez de ajudar a resolver, causa mais problema? Ou ainda, se comporta apenas como expectador ou um simples poço de opinião, do que poderia ou deveria ser feito, mas na prática não coloca a mão na massa, ou quando é obrigado a colocar, se oculta, não demarcando espaço com sua presença efetiva ou assinatura? Se você não serve ou não se serve da possibilidade da empresa contar contigo para resolver, ou pelo menos tentar ajudar, na solução dos problemas, você pode ser o problema! Pense nisso!

Se quiser opinar, criticar, sugerir, fique à vontade! Aproveito para convidá-lo a sugerir o tema do próximo artigo!

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