Osmailton da Conceição dos Santos estava desaparecido desde o dia 1º de Dezembro (Foto: Reprodução)

A família de Osmailton da Conceição dos Santos, que procurava o jovem de 19 anos desde o dia 1º dezembro, descobriu a morte do rapaz 11 dias depois de seu desaparecimento. Os pais dele receberam a notícia nesta segunda-feira (11/12), e nesta terça-feira (12/12), foram fazer o reconhecimento do corpo no Instituto Médico Legal (IML). No entanto, a confinação oficial só virá após o Departamento de Polícia Técnica (DPT) realizar um exame de DNA ou da arcada dentária, já que o corpo estava parcialmente carbonizado.

Osmailton trabalhava na Ceasa e morava com os pais em uma localidade conhecida como Tijuca, no Bairro Ponto Parada, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador (RMS). Na manhã do dia 1º de dezembro, o jovem saiu de casa dizendo que iria comprar carne com o objetivo de prepara o almoço, e não mais retornou à residência da família.

“Ele disse que iria comprar uma calabresa para almoçar e não voltou para casa”, contou Edmaildes Santos, 21 anos, irmã do rapaz.

A prima dele, Renildes Santos, 23 anos, também conversou com a reportagem do Simões Filho Online contou que começou a ficar preocupada quando o telefone de Osmailton passou a não atender as chamadas, o que deixou a família ainda mais desesperada. “Ele me ligava direto e não ligou mais”, relata. Amigos e familiares do jovem começaram a procurá-lo por vários lugares de Simões Filho. Postagens nas redes sociais também foram feitas, afim de ampliar as buscas.

Até a manhã desta segunda (11), os familiares ainda não tinham conseguido saber os detalhes sobre o paradeiro do jovem, até que no inicio da tarde, eles receberam a informação de que um corpo não identificado teria sido encontrado em Camaçari, cidade que também fica localizada na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

De posse das informações, parentes foram até o IML e fizeram o reconhecimento do corpo observando uma cicatriz, ressaltando que, um exame mais aprofundado vai confirmar o reconhecimento feito pelos familiares, já que o corpo da vítima se encontrava parcialmente carbonizado e com indícios de que o homem foi amarrado e torturado.

“Meu pai acha que é ele, reconheceu pelo rosto – uma cicatriz – mas não tem nada confirmado. Só vai confirmar depois dos exames, disse Edmaildes.

Os investigadores trabalham com a hipótese de que o corpo foi desovado na localidade durante a madrugada, mas ainda não há informações sobre a autoria e motivação do assassinato. Ainda não há previsão para o dia do sepultamento do jovem.

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