colunista

Wellington Lázaro

É professor universitário, contador, empresário e assessor técnico na Prefeitura de Mata de São João. Escreve às quintas.

Dessa vez vamos falar sobre “SACRIFÍCIO” x “PRATICAR O BEM”. Desde já informo que sou Evangélico, mas tentarei ser bem tecnicista neste artigo, sem acentuar para o lado da religião (ainda que não haja mal por isso!). Todos nós nascemos e crescemos ouvindo que "Sacrifício" é um adjetivo de: difícil, quase impossível, perda de algo significativo para uma evolução ou para um ganho maior, ou a abnegação em favor do outro qualquer. Já a prática do bem não necessita de explicações. Será mesmo?

Na religião sacrifício é oferecer a Deus(es) alimentos, e em alguns casos até a vida de animais e humanos, como ato de agradar uma divindade ou culto. Já a prática do bem, pode ser caracterizada como a doação de um bem ou a realização de uma tarefa que beneficie outra pessoa, geralmente em uma situação de necessidade física, mental ou social.

Voltemos ao mundo da Gestão! Você está preparado(a) para o sacrifício ou para praticar o bem? Na empresa onde trabalha, já fez algum sacrifício por alguém ou por um grupo de pessoas? E praticar o bem? Já o fez? Sem olhar a quem, ou, de forma pontual? Vamos pensar nisso! Primeiro precisamos separar a realização de um sacrifício pela prática do bem. Mas será que dá para separar? Em que momento se realiza um sacrifício sem praticar o bem, ou, em que momento se pratica o bem sem necessariamente fazer um sacrifício?

Na minha visão tudo depende do SEU PONTO DE VISTA! DE COMO REALIZA TAL AÇÃO! Se acha que fazer um sacrifício para o bem de alguém ou de um grupo de pessoas, apesar de gerar o bem, deve ser considerado como um sacrifício, um pesar no fazer, tudo bem. Mas não seria mais fácil transformar esse tal “sacrifício” de fazer algo, por um ato ou uma simples ação que beneficie outrem e por isso você fará de bom grado? Entende? A ação de fazer algo por outra pessoa pode se tornar mais fácil e agradável quando passamos a olhar não como um sacrifício, mas como uma boa ação em prol de um resultado benéfico para o outro.

Nas empresas privadas todas as ações são praticadas em prol de resultados esperados (maior lucro, menores custos, otimização das rotinas e etc). Na empresa pública não é diferente. As ações são praticadas em prol dos seus “sócios”, nesse caso o cidadão, e pelos resultados esperados (a manutenção dos serviços públicos e melhoria de vida da população). Quer seja na empresa privada, quer seja na empresa pública, volto a lhe perguntar: Nas rotinas do seu trabalho, você faz sacrifício ou pratica o bem?

Será que você está preparado para os sacrifícios em prol do bem comum? Sacrificaria seu tempo, ou seus recursos para pessoas que você nunca viu? Age com humanização e paciência nas atividades e se sacrificaria por qualquer pessoa? Conseguiria transformar o ato de fazer sacrifícios em prol do bem comum, ou seja, a prática de fazer o bem sem olhar a quem, independente da sua condição de trabalho? Pense Nisso!

LEMBRE: Se puder e quiser, colabore! Opine o que achou deste artigo! Aproveite e sugira um tema!

Comentários

AVISO - Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie através do nosso whatsapp 71 99663.6360 ou do email [email protected] Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal. TERMOS DE USO

mais notícias » Leia também

Publicidade