colunista

Joel Feldman

É empresário, secretário de Planejamento, Meio Ambiente e Trabalho e presidente da Associação Baiana de Supermercados. Escreve às segundas.

 A proximidade do pleito de outubro próximo começa a deixar um pouco agitado e ansioso o campo das expectativas no cenário econômico, de modo que este compasso de espera afeta diretamente o resultado da economia Brasileira. Vemos o problema do desemprego se arrastar por um tempo demasiado. O fato concreto é que a retomada do emprego depende inteiramente do crescimento da economia em bases sustentáveis, além do  aumento expressivo do investimento. E isso pressupõe confiança do empresariado no cenário futuro.

O que não pode ficar em compasso de espera é a iniciativa dos empresários, é hora de seguir investindo em tecnologia, processos, pessoas e principalmente, em conhecimento, pois a economia é cíclica, nossos negócios não. É importante estarmos prontos para que seja possível virar o jogo.

Entendo que estamos num momento delicado, onde diversas empresas estão fechando as portas, negócios que perderam a viabilidade, haja vista a queda expressiva de seus faturamentos, nestes casos, a única forma de sobreviver, é reduzir ao máximo os custos, e adequar-se a nova realidade. Além disso, é importante verificar se existe alternativas para diversificar a empresa, atuar em novas oportunidades, aumentar o mix de produtos ou oferecer novos serviços. Jamais se permita ficar parado esperando que a economia melhore talvez o seu negócio não esteja vivo quando a economia reagir.

 

 

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