A direção de Jurassic World: Reino Ameaçado é do espanhol J.A. Bayona, de O Orfanato (2007) (Foto: Reprodução )

Lá se vão 25 anos desde que Jurassic Park revolucionou o cinema contemporâneo, com seus efeitos especiais que deram vida aos dinossauros. O longa de Steven Spielberg - um dos 34 filmes da história que passaram da marca de um bilhão de dólares de bilheteria - acabou gerando uma franquia de enorme sucesso, com três sequências.

Eis que chega agora o quinto filme da série, Jurassic World: Reino Ameaçado, que dá continuidade a Jurassic World: O Mundo dos Dinossauros. Na direção, está o espanhol J. A. Bayona (O Impossível/2012), em substituição a Colin Trevorrow.

O novo longa é ambientado três anos após o filme anterior. Na história atual, um vulcão prestes a entrar em erupção põe em risco a vida na ilha Nublar, onde funcionou o Jurassic Park e hoje vivem apenas os dinossauros. Diante da ameça à vida dos animais e sem seres humanos ali, as pessoas se perguntam: será que vale realmente a pena arriscar a vida para salvar os dinossauros?

Criança

É aí que entram em ação Claire (Bryce Dallas Howard) e Owen (Chris Pratt), que estavam no longa anterior e decidem retornar à ilha para salvar os animais. Embarcam na viagem também a cientista Zia (Daniella Pineda), o programador Franklin (Justice Smith) e a pequena Maisie (Isabella Sermon), uma criança de inteligência muito acima da média.

A garotinha é neta do milionário Benjamin Lockwood (James Cromwell), que planeja salvar os dinossauros da extinção. Para isso, entrega a tarefa ao vilão Eli Mills (Rafe Spall). Mas é a precoce Maisie que vai desconfiar das más intenções de Mills e bancar a espiã, escondendo-se atrás das portas para escutar as conversas de Lockwood. Chama a atenção a presença destacada de uma criança no filme, como aconteceu no longa original, que deu início à primeira trilogia.

O filme é também uma boa oportunidade de matar as saudades de personagens da primeira trilogia, como o matemático Ian Malcolm (Jeff Goldblum) e o geneticista Henry Wu (B.D. Wong).

A escalação de J. A. Bayona na direção deu ao filme um tom mais sombrio que os anteriores. Não é à toa, afinal o diretor é o responsável pelo ótimo - e igualmente sombrio - suspense O Orfanato (2007), indicado a 14 prêmios Goya - o Oscar espanhol. Neste novo Jurassic World, Bayona dá um tom de suspense e terror à série. Vale lembrar que ele também dirige Sete Minutos Após a Meia-Noite (2017), drama fantástico em que um garoto conversa com uma árvore sobre seus problemas.

E vem mais por aí: qualquer que seja a performance deste novo filme na bilheteria, já está tudo certo para um sexto filme, que terá Colin Trevorrow de volta. “Jurassic World 3 será um suspense científico da mesma forma que foi o filme de 1993”, diz Trevorrow.

Assista ao trailer: 

       


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