A Arena de São Petersburgo é o palco do duelo entre Bélgica e França (Foto: Reprodução )

Desde o início da Copa do Mundo, cada seleção constrói o seu caminho com um único objetivo: chegar à decisão e levantar a taça. Para França e Bélgica, adversárias na primeira semifinal do torneio, hoje, às 15h, em São Petersburgo, não é diferente. Trata-se, inclusive, do confronto entre as duas equipes de melhor campanha do Mundial.

Os belgas são os únicos com 100% de aproveitamento, venceram todas as cinco partidas que disputaram. Os franceses empataram apenas uma vez, ainda na fase de grupos, em 0x0 com a Dinamarca, e ganharam as outras quatro.

Para o atacante Griezmann, uma das referências do time francês, haverá poucos espaços no campo e a eficiência nas conclusões definirá a classificação. “Eles vêm em uma grande trajetória, cabe a nós pará-los. Temos que trabalhar bem defensivamente. (...) Nas poucas ocasiões que tivermos, temos que fazer o gol. Temos que jogar bem a partida e deixá-la em nosso ritmo”, avaliou o jogador.

Artilheiro da equipe ao lado de Mbappé com três gols marcados, o camisa 7 está ansioso para jogar uma partida desta magnitude. “Comecei timidamente. Este é o tipo de jogo que adoro. É o jogo que eleva o nível da pessoa. Estou com plena confiança”,  disse Griezmann.

O técnico Didier Deschamps não terá nenhum problema por ordem médica ou suspensão. Conta, inclusive, com o retorno de Matuidi, que ficou fora das quartas de final contra o Uruguai. No entanto, não definiu se ele volta ao time titular ou se Tolisso será mantido.

Na Bélgica, Roberto Martínez não poderá contar com Meunier, que recebeu o segundo cartão amarelo contra o Brasil. A tendência é que ele mantenha a base do time que iniciou o último jogo, com a presença de Fellaini e Chadli entre os 11.

“Fellaini é um jogador de equipe, com a melhor mentalidade que podemos ter. É um vencedor, um guerreiro. Às vezes, há jogadores inconsistentes durante um jogo, mas cada ação do Fellaini numa partida é como se fosse sua última. Ele quer vencer, coloca todo seu coração nisso, tem uma coordenação incrível”, elogiou.  

Henry do outro lado 

Apesar do embate em campo, haverá um encontro curioso fora dele. Henry, ídolo francês e campeão do mundo em 1998 pelo seu país, hoje é auxiliar técnico da seleção belga. Deschamps, que foi companheiro dele naquela Copa, colocou pressão no agora adversário.

“No futebol é comum situações em que você troca de clube e enfrenta antigos companheiros, mas no caso dele é diferente. Agora vai enfrentar a sua nação. Mas ele soube, quando foi trabalhar na Bélgica, que isso um dia poderia acontecer”, alfinetou o técnico.

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