colunista

Joel Feldman

É empresário, secretário de Planejamento, Meio Ambiente e Trabalho e presidente da Associação Baiana de Supermercados. Escreve às segundas.

Vivemos neste mês de outubro momentos de expectativa quanto ao rumo que o país poderá tomar a partir deste dia 7, em que são realizadas as eleições gerais para o Parlamento e os executivos estaduais e federal.

Vença quem vencer, o que nós empresários esperamos é que os futuros mandatários, em nível estadual e federal, sejam comprometidos com a ética, com a transparência, com o respeito às instituições e seja um bom gestor.

Estamos cançados de manter um estado pesado e perdulário, onde os esforços da sociedade, através dos impostos que paga, são mal-utilizados, gerando, sempre, crescentes déficits fiscais correntes, que comprometem, muitas vezes, o futuro de gerações.

Quando essa revista estiver em circulação, na próxima semana, já teremos um novo Congresso Nacional e alguns governadores eleitos. Talvez, já tenhamos, também, um novo presidente, hipótese um pouco improvável, pelo menos se forem levadas em questão as pesquisas de intenção de voto divulgadas até agora.

O que interessa para a sociedade brasileira, neste momento de fortes emoções, acirrados debates e nervos à flor da pele de defensores dos seus presidenciáveis, é que o vencedor se comprometa em manter intacta as instituições democráticas, pois, como temos exemplos, aqui e em outras nações, que o extremismo só leva à bancarrota.

O que nós empresários, defensores da livre iniciativa, queremos é que aquele que subir a rampa do Planalto no dia 1º de janeiro de 2019, faça um governo de conciliação nacional e dialogue com o Congresso Nacional para que sejam aprovadas as reformas necessárias para destravar o desenvolvimento do país, como, por exemplo, a tributária.

À sociedade brasileira cabe acatar o resultado e exigir do novo mandatário, que cumpra com os compromissos assumidos em campanha e seja, como servidor público número 1 do país, o primeiro a dar exemplo de civilidade, ética, de boa gestão e como, já frisei acima, respeite as instituições democráticas do país.

Me permitam, então, terminar citando uma frase do grande cientista Albert Einstein sobre democracia: “Meu ideal político é a democracia, para que todo homem seja respeitado como indivíduo e nenhum venerado”.

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