(Foto: Reprodução/Ilustrativa)

O presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta quinta-feira, 11, três futuros ministros caso seja eleito. Durante um encontro do partido em um hotel na Barra da Tijuca, no Rio, ele indicou o economista Paulo Guedes como seu ministro da Fazenda e do Planejamento; o deputado federal Onyx Lorenzoni (DEM-RS), seu principal articulador no Congresso, para a Casa Civil; e o general Augusto Heleno na Defesa


Bolsonaro anuncia minstros de eventual governo
Onyx Lorenzoni indicado para Casa Civi, Paulo Guedes (Faenda e Planajamento) e General Augusto Heleno (Defesa) Foto: Nilton Fukuda e Wilton Junior/Estadão

“Num primeiro momento, tive que convencê-lo, mas ele, como bom militar, aceitou de pronto”, disse o candidato sobre Heleno. Bolsonaro afirmou que ainda não se definiu sobre nomes para os outros ministérios. “Temos de esperar com prudência o dia 28 de outubro, onde podemos ter a certeza de anunciar nomes”, disse, se referindo à data votação em segundo turno – que disputa com o candidato do PTFernando Hadad

O candidato petista, por sua vez, tenta atrair Joaquim Barbosa e Josué Gomes para sua campanha. Na noite de quarta-feira, 11, Haddad se encontrou com o ex-ministro do Supremo e a visita gerou uma onda de especulações sobre a possibilidade de Barbosa ser convidado para assumir o Ministério da Justiça, em um eventual governo petista.

Em entrevista à rádio CBN, também nesta quinta-feira, 11, ao ser questionado sobre eventual participação feminina em cargos do Executivo caso seja eleito, Bolsonaro disse que é possível ter um ministério com gays, mulheres e negros.

Segundo produtores do evento, a convenção juntou cerca de 150 parlamentares eleitos do PSL e apoiadores. A reunião no Hotel Windsor Barra, na zona oeste da capital fluminense, durou cerca de vinte minutos e foi fechada à imprensa. Depois, Bolsonaro foi para outro salão onde respondeu durante 25 minutos a perguntas de repórteres. A sala onde aconteceu a coletiva foi tomada por apoiadores, que reagiam com aplausos a cada resposta dada por Bolsonaro e hostilizavam jornalistas.

Uma das sete perguntas que Bolsonaro respondeu foi se ele daria apoio do partido em disputas de segundo turno para governos estaduais. Ele disse que seu partido vai manter a neutralidade, com exceção daqueles em que o PSL está no páreo. 

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