Iberostar Hotels & Resorts (Foto: Divulgação)

Após a morte de um eletricista nas dependências do Iberostar, uma pessoa que já trabalhou no hotel relatou, de forma anônima pelo e-mail do Mais Região, algumas irregularidades quanto a segurança dos trabalhadores do ramo. Conforme a denúncia, a administração do empreendimento não oferece Equipamentos de Proteção Individuais – chamados EPIs.

“Eu já trabalhei lá e sei bem como funciona aquele hotel. No hotel eles não oferecem segurança nenhuma aos trabalhadores quase não oferecem ferramentas e EPI adequados aos trabalhadores e nem muito menos paga os 30% de periculosidade aos Eletricista”, detalha.

O denunciante acusa o hotel de desrespeito quanto a jornada de trabalho do eletricista que faleceu nesta terça-feira (4). “Esse rapaz que faleceu, vinha de dois seguidos dobrados, ou seja, ele tinha trabalhado quatro turnos de trabalho em dois dias e ainda nesse dia iria ficar até mais tarde. Sem contar, que as instalações elétricas lá são muito precárias, os trabalhadores são coagidos por chefes e muito mais coisas”, revela.

Uma fonte, que também preferiu não se identificar, disse ao Mais Região que o eletricista não usava os EPIs. “Ele trabalhava na manutenção perguntei a um eletricista se o hotel oferece cinto de segurança, ele falou que tem, mas fica trancado. Disse que as botinas que os eletricistas usam não são adequadas”, relata.

A reportagem do Mais Região ligou para o Iberostar Hotels & Resorts, mas a direção não quis se pronunciar sobre o assunto. O espaço continua aberto para manifestação.

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