Enderson Moreira ficou na bronca com intensidade de faltas cometidas pelo Atlético de Alagoinhas (Foto: Reprodução/Felipe Oliveira)

Enderson Moreira ficou satisfeito com o desempenho do Bahia durante o triunfo por 3x0 contra o Atlético de Alagoinhas, na noite de quinta-feira (21), no primeiro jogo da semifinal do Campeonato Baiano, mas não gostou da postura dos atletas rivais na Fonte Nova. Na avaliação do treinador, o time visitante exagerou na dosagem das faltas e assumiu o risto de lesionar algum atleta tricolor. 

"Eu vi os jogos do Atlético. Me chamou muita atenção. É um time que joga, tem capacidade de enfrentar grandes equipes de forma igual, e fiz muitos elogios. Não posso fazer hoje, porque acho que eles erraram a mão na competitividade. Foi um jogo violento. Aquele primeiro lance, que se pega o pé do Douglas Augusto, poderia ter quebrado. Foi uma entrada perigosa. A arbitragem nem pune com um cartão amarelo. Essas faltas continuaram acontecendo. O Ramires sofreu uma sequência de faltas. A gente lamenta, porque é uma equipe qualificada, apresentou um grande futebol", disse.

As faltas cometidas pela equipe visitante foram o pivô de uma discussão entre Enderson Moreira e o técnico do Atlético, Arnaldo Lira, durante a partida. "Eu fui reclamar do lance e ele (Arnaldo Lira) veio falar comigo. Eu não me dirijo a jogador adversário. Falo com minha equipe e arbitragem. Ele extrapolou e ainda achou que o jogador estava correto. Ele, como profissional, tem que preservar a integridade física dos atletas. Eu penso assim: não só da minha, mas a do adversário também. Qualquer entrada desleal, ela pode acabar com a carreira de um jogador".

Bahia e Atlético voltam a se enfrentar na quarta-feira (27), às 21h30, no estádio Carneirão, em Alagoinhas. O Esquadrão pode perder por até dois gols de diferença que ainda assim garante vaga na decisão do estadual. Derrota por três gols de diferença leva o duelo para os pênaltis. Apesar da vantagem, Enderson Moreira garante que o Bahia não entrará em campo pensando no regulamento da competição. 

"Se entrar para administrar, a gente tem chance de se decepcionar. O jogo começa 0 a 0. Se, na parte final, a gente entender que está favorável, é diferente. Mas o jogo começa 0 a 0, e a gente joga para vencer. Não jogamos para empatar ou administrar o resultado. A gente vai entrar e fazer um jogo qualificado, sabendo das dificuldades de lá. Eles são qualificados, sabem jogar futebol, têm inteligência de jogo. Eles fazem um grande campeonato".

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