Mulher é agredida e morta pelo companheiro, que se encontra foragido (Foto: Ilustrativa)

Uma mulher foi agredida até a morte pelo companheiro nesta segunda-feira (15), em Malhadas, litoral de Mata de São João. O homem identificado pela polícia, como Willian Santos Barbosa agrediu Tatiane Conceição Aurelino, 27 anos, com socos e pontapés.

Segundo a polícia, o casal tinha histórico de brigas e discussões, e tinha um filho de três meses. A vítima estava viajando e retornou, nesta segunda, na noite do homicídio, para casa onde vivia com o agressor.


null                                        Tatiane Conceição Aurelino, 27 anos - Foto: Reprodução

 

Ainda conforme a polícia, Willian foi preso no ano passado por tráfico de drogas. O mesmo fugiu após o homicídio.


null                               Willian Santos Barbosa agrediu a companheira - Foto: Divulgação/Polícia Civil


A polícia pede para quem tiver informações sobre o paradeiro do homicida entrar em contato através do telefone (71) 98859-2904 ou 3635-0500.


Feminicídio - O Brasil teve uma ligeira redução no número de mulheres assassinadas em 2018. Mas, ainda assim, os registros de feminicídio cresceram em um ano. É o que mostra um levantamento com base nos dados oficiais dos 26 estados e do Distrito Federal.

São 4.254 homicídios dolosos de mulheres, uma redução de 6,7% em relação a 2017, quando foram registrados 4.558 assassinatos – a queda é menor, porém, que a registrada se forem contabilizados também os homens.

Houve ainda um aumento no número de registros de feminicídio, ou seja, de casos em que mulheres foram mortas em crimes de ódio motivados pela condição de gênero. Foram 1.173 no ano passado, ante 1.047 em 2017.

Penalidades - Desde 9 de março de 2015, a legislação prevê penalidades mais graves para homicídios que se encaixam na definição de feminicídio – ou seja, que envolvam "violência doméstica e familiar e/ou menosprezo ou discriminação à condição de mulher". Os casos mais comuns desses assassinatos ocorrem por motivos como a separação.

Os dados mostram que, quatro anos após a sanção da Lei do Feminicídio, há uma maior notificação desses casos — ou seja, mais delegados estão enquadrando os crimes como feminicídio, e não apenas como homicídio doloso.

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