Presidente do Comitê Olímpico Internacional (COI), Thomas Bach. (Foto: Divulgação/COI)

O COI (Comitê Olímpico Internacional) admitiu, pela primeira vezm a possibilidade de adiar os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 diante do crescimento da pandemia do coronavírus no mundo. 

Segundo comunicado oficial divulgado na tarde desde domingo (22), o comitê analisa os cenários atuais que “estão relacionados à modificação dos planos operacionais existentes para os Jogos em 24 de julho de 2020 e também para alterações na data de início dos Jogos”.

O comitê afirmou que está preocupado em “proteger a saúde de todos os envolvidos e contribuir para a contenção do Covid-19”. Por conta disso, o COI “irá intensificar seu planejamento de cenários para os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020”. 

Nos últimos dias, houve intensa manifestação de entidades esportivas e atletas pedindo o adiamento da Olimpíada devido à incapacidade de os atletas treinarem adequadamente e ao fato de todos os eventos pré-olímpicos terem sido cancelados por conta da expansão do coronavírus no mundo.

Os primeiros comitês olímpicos nacionais a se manifestarem foram os de Espanha e Noruega. O comitê do Brasil havia adotado uma posição tímida na sexta à tarde, mas horas de pois, no sábado de manhã, também defendeu o adiamento. 

O brasileiro Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Internacional, foi outro a pedir o adiamento da competição. As poderosas federações de natação e atletismo dos Estados Unidos, responsáveis por mais da metade das medalhas olímpicas do país, engrossaram o coro durante a semana.


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